Sobre a Gabriela Motta

Quando criança, sempre que alguém me perguntava o que eu seria quando crescesse, ouvia a resposta: “artista e escritora”. Naquela época eu tinha uma imaginação muito fértil e uma vontade enorme de criar. Eu vivia inventando histórias e enchendo cadernos com pequenos registros do cotidiano feitos em formato de texto e ilustrado.

Quando cresci, decidi cursar Letras e, mais tarde, depois de ter morado algum tempo na França e também na Alemanha, fui cursar uma segunda graduação em Artes Visuais na Unesp. Meus estudos me ajudaram a encontrar novas ferramentas para continuar fazendo o que sempre fiz: me expressar por meio da narrativa, cultivando um olhar atento ao que me cerca.

Hoje trabalho como ilustradora, ceramista e arte-educadora.

Sobre a Pata Risonha

Conheci a Pata Risonha numa tarde fria de inverno, às margens do rio Reno. A conversa fluiu como se já nos conhecêssemos há muito tempo, até descobrirmos uma afinidade fundamental: o amor pela pizza. Fomos jantar e, entre muitas histórias, ela se engasgou com a própria gargalhada – e um pedaço de queijo derretido. Foi nesse instante que ganhou o apelido que carrega até hoje.

Desde então, a Pata Risonha me acompanha como amiga, sócia e alter ego — uma figura exagerada, divertida e sempre disposta a transformar pequenos episódios em grandes narrativas. Se eu observo o cotidiano ela como quem encena uma peça de teatro: com exagero, gargalhadas e lágrimas.